Curso de Formação de Formadores Internacionais

 

ORDEM FRANCISCANA SECULAR DO BRASIL
Curso de Formação de Formadores Internacionais
Roma

O QUE É FORMAÇÃO?
Maria Odilli OFS


Ana Petronila dos Santos (Nila)
Participante e tradutora da apostila
 
O QUE É FORMAÇÃO
Perspectiva geral do tema.

A fonte básica par o material que apresentamos hoje, são as diretrizes para a formação da OFS, proporcionadas pelo Conselho Internacional da Ordem franciscana Secular, em Roma no ao de 2001.

Como formadores da Ordem Franciscana, se espera que todos levem este material de regresso ao vosso país, e formeis outros formadores. Vosso maior desafio será criar um ambiente de fraternidade para aqueles que vão ser formados.
Tereis que adaptar as experiências adquiridas aqui em Roma à cultura do vosso país.

Tenho algumas sugestões muito simples para ajudar à por em prática o que haveis aprendido e experimentado.
1 - Antes de programar uma sessão de formação reúna todo o material e determine o que sabe. Necessitando de mais informações, investiga sobre o tema, e discute com alguém que considere entendido do mesmo.

2 - Determina tuas metas e objetivos para a sessão de formação e repete várias vezes de forma diferente durante a sessão.

3 - Observa com cuidado os participantes para saber se estão entendendo o tema.
Isto requer atenção constante e conhecimento. (se deseja melhorar, caso não esteja atingindo o objetivo), muda o modo de apresentar a sessão.

Não obstante, o que importa é que os ouvintes entendam o que está sendo exposto.

4 - Antes de planejar uma sessão de formação toma consciência da diferença de idade, nível de educação e conhecimento do tema e dos participantes.

5 - Coloca e sublinha clara e sistematicamente os pontos, de tal forma que as idéias principais e material de suporte estejam relacionadas com o objetivo.

6 - Se prepare conscientemente e conheça o tema. Não obstante, se não sabes a resposta à pergunta, não temas dizer a uma pessoa que não sabes, porque te informarás e contestaras.
A humildade e a verdade são elementos essenciais do espírito franciscano.
- Nosso tema hoje é: O que é formação?
- Será exposto em quatro partes:

1 - Identidade, Papel e Missão do Formador.
2 - Passos da formação. (momentos)
3 - Critérios (discernimento) da formação
4 - Metodologia e ferramentas para por em prática em casa o que foi vivido e aprendido juntos.

I – IDENTIDADE, PAPEL E MISSÃO DE UM FORMADOR.

META:
Compreensão da identidade, papel diante de toda missão no processo inicial da formação.

OBJETIVOS:
Essa sessão te ajudará
- A entender e a ser capaz de aplicar o essencial do ser humano e os aspectos sociológicos de um formador.
- A entender e fomentar o crescimento em essência dos fundamentos cristão-católicos
- Entender e ampliar o crescimento dos atributos fundamentais seculares e franciscanos.
- A entender o papel do formador.
- A entender a missão da formação.
- A facilitar ao ser humano, cristão católico e franciscano o crescimento da vocação de um possível (eventual) membro, desde seu encontro inicial, sua completa inserção na fraternidade.

IDENTIDADE PAPEL E MISSÃO DO FORMADOR

- As diretrizes para formação da O.F.S. nos dizem que quando tomamos em consideração a uma pessoa para o ministério, temos de saber escolher franciscanos seculares sociologicamente, culturalmente e espiritualmente responsáveis.

- Psicologicamente, o formador deve ser maduro (desenvolvido), bem equilibrado, que sabe se controlar, aberto ao diálogo, de bom juízo e capaz de aplicar e expressar o que aprendeu.

- Desde o ponto de vista cultural, o formador deve saber doutrina, entender metodologia, ser capaz de expressar (transmitir) informações, de uma maneira concreta e possuir boas aptidões comunicativas.

- Espiritualmente, o formador deve comprometer-se com agente (pessoa) no curso de conversão até a formação que se esta produzindo. O formador deve ser um bom testemunho, fiel ao carisma franciscano, de bom caráter e criterioso.

- Isto representa a meta e o ideal. É a essência de que todo formador deve ser. Se tiver sido eleito para o ministério de formação por tua fraternidade, então de alguma forma cumpre isto com amor.

- A continuação dará forma e perfil a estes ideais.

1.1-IDENTIDADE DO FORMADOR
A identidade do formador tem componentes principais:

- Os Estatutos Internacionais.
O Ritual.

- O Carisma Franciscano.
(a) Os livros e material didático sobre São Francisco A parte humana e sociológica
(b) A parte cristão-católica
(c) A parte secular e franciscana.

1.1-a. PARTE HUMANA E SOCIOLÓGICA

- Um formador deve possuir certo grau de maturidade, equilíbrio e controle de si mesmo, antes do que ele seja escolhido para o ministério da formação. Porque aqueles que vêm a nós são vulneráveis as nossas sugestões e inclinações, devemos proporcionar prover sociologicamente dar a impressão de formadores para aceitar o ministério.

ASPECTOS ESSENCIAIS DA PARTE HUMANA E SOCIOLÓGICA.

- Aplicar o que aprendemos e transmiti-los aos outros.
- Dialogar e compartilhar no lugar de dar conferências.
- Ser emocionalmente honesto e conhecedor de suas limitações pessoais.
- Assumir responsabilidades nas ações e eleições pessoais.
- Aceitar outros donde quer que eles estejam no caminho espiritual.
- Entender o significado por trás das palavras que os outros dizem.
- Estender além de sua comodidade conforto.
- Admitir fracassos e pedir desculpas pelos os erros.
- Escutar os outros sem interromper, e oferecer soluções.
- Entender que é possível melhorar (crescer em conhecimento), porém a perfeição pertence a deus.

1.1.b-CATÓLICO E CRISTÃO
Um formador deve ter suficiente conhecimento da fé católica. Sem, contudo, como atos, falam mais alto que as palavras, um formador deve demonstrar conduta de cristão católico. Ambos, conhecimento e demonstração são essenciais.

ATRIBUTOS ESSENCIAIS DO CRISTÃO CATOLICO.

- Um católico comprometido completamente (havendo recebido todos os sacramentos).
- Uma pessoa de oração privada e de liturgia.
- Uma pessoa dedicada a meditar as sagradas escrituras, especialmente os evangelhos, (do evangelho a vida e da vida ao evangelho).
- Uma pessoa familiarizada com a maioria dos documentos da Igreja, especialmente com os documentos do Concílio Vaticano II, e o Catecismo da Igreja Católica.
- Uma pessoa comprometida com o desenvolvimento da Igreja, usando os talentos recebidos de Deus.

1.1.c. SECULAR E FRANCISCANO.
- Um formador deve interiorizar o carisma de São Francisco e entender a espiritualidade secular (laica) de tal forma que seu modo de ser proclame os caminhos da vida da Ordem Franciscana.

CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS E IMPRESCINDÍVEIS DO SECULAR FRANCISCANA
- Desejar viver o Evangelho.
- Seguindo a Francisco.
- Através da transformação (conversão) do evangelho.
- Na fraternidade.
- Como membro da Igreja católica.
- Vivendo em estilo de vida secular.
- Em união vivificadora com todos os membros da família franciscana.

FAMILIARIZADO COM:
- As Sagradas escrituras.
- A Regra.
- As Constituições Gerais.
e Santa Clara e os outros Santos franciscanos.
- Documentos oficiais da Igreja.
A maioria do que é dito sobre a identidade do formador também são aplicados ao papel da missão do mesmo.
Alguns comentários sobre estes elementos, porém em menos detalhes.

O PAPEL DO FORMADOR.
O papel do formador não será eficiente, ao menos que ele/ela  seja uma pessoa de oração e confie no Espírito Santo para guiar sua própria vida.

ESPECIALMENTE O PAPEL DO FORMADOR CONSISTE:
- Chamar possíveis membros à conversão acompanhá-los na sua viagem espiritual, guiando o caminho quando necessário.

- Dando atenção individual a cada candidato especialmente sendo conhecedor de cada uma das suas circunstâncias únicas de personalidade.

- Permitindo seu amor a Cristo determinar tudo o que faz como formador.

- Compartilhar seus dons e talentos com os candidatos e com a fraternidade sem esperar nada em troca.

- Tendo uma visão tão viva que nunca ela se desanime.

- Formulando planos de ação que são razoáveis e que podem ser consumados, assim como desejo de evoluir e mudar, redirecionar, sempre que houver ineficiência. (sempre mudando se não for eficaz).


1.3 - A MISSÃO DO FORMADOR.
A missão do formador é simples e bíblica.

É a missão dos apóstolos, de São Francisco e de todos os evangelizadores, e de ti e de mim. A missão é: “Ide, pois e ser discípulos meus a todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-lhes a guardar tudo quanto o haveis mandado”. E sabeis que estarei convosco todos os dias até o fim do mundo. (MT. 28, 19-20).

Nada pode alterar (aumentar) a declaração (afirmação) de missão dada por Jesus a seus apóstolos, e que São Francisco adotou como sua.

Esta primeira sessão finaliza com as palavras: “Ide fazer discípulo meus”...

III – PASSAOS DA FORMAÇÃO
Metas:

- Conhecimento e entendimento dos diferentes passos da formação.
Objetivos:
Essa sessão te ajudará:

- A realizar mais facilmente as reuniões e observar possíveis membros com sinal de vocação.

- Apresentar e desenvolver uma interpretação (um trabalho) de São Francisco, de Espiritualidade Franciscana, Cristologia e Teologia.

- Determinar seu conhecimento (entendimento0 da doutrina e da Igreja e prover aos participantes documentos eclesiais.

- Preparar candidatos para a profissão (compromisso) perpétua na Ordem franciscana secular.

- Promover o trânsito entre a formação do período de iniciação e a inserção completa na vida de fraternidade.

- Prover material necessário para cada ano dos passos da formação.
Passos (momentos da formação.
A Regra e as Constituições.

O artigo 23 da regra diz que,... “a inserção na Ordem se realiza mediante um tempo de formação, que dura, por um ano; e a profissão da regra”. O artigo 37 das CCGG diz; A inserção na Ordem se realiza mediante um tempo de iniciação, um tempo de formação e da profissão da regra.

Há um mínimo de requisitos. Cada país pode adaptar seu processo para satisfazer as necessidades de sua gente (povo).

Sem dúvida, contudo, o tempo mínimo estipulado a estes passos não pode ser eliminados. Se puder alargar o tempo de iniciação e formação, porém não se pode cortar, diminuir. Permite-se dividir o tempo de formação em duas partes, porém não pode ser eliminado.

A formação prossegue os seus passos no meio da fraternidade. Requer cooperação da graça de Deus e um desejo de aprofundar sua fé e conversão através da Ordem Franciscana Secular.

2.1. PERÍODO DE INICIAÇÃO

2.1.a. Objetivos principais (primordiais)
- Provar a validez da vocação em suas diversas dimensões.
- Introduzir a Espiritualidade – Cristologia de São Francisco e franciscana.
- Determinar exercícios de compreensão católicos cristão.
- Se os estatutos Nacionais permitirem, o período de iniciação pode dividir-se em partes.
- Os Estatutos dos estados Unidos permitem duas etapas de iniciação.
Orientação seguida de informação. O material é mais geral na orientação e mais específico na formação.
Outros pontos se têm falado da essência (fundamental) da identidade do franciscanismo secular.
Vou falar sobre tua responsabilidade como formador secular.

2.1.b. CONTEÚDO DO MATERIAL DURANTE O PERÍODO DE INICIAÇÃO.
- Apresenta e explica o processo de diálogo e participação.

- Descarta o conceito de que um formador é igual a um professor de universidade e eventual membro como um espectador passivo.

- Explica o significado de vocação e como se percebe.

- Explica ao aspirante desde o princípio  que o principal agente de formação é o Espírito Santo.

- Introduz o aspirante e os outros representantes de formação.

- Explica o que ocorrerá durante o período de formação e o que se espera dele, especialmente a vida de contínua conversão aos evangelhos.

- Dar a conhecer a São Francisco e Santa Clara usando suas biografias.

- Dar a conhecer as orações franciscanas, e as atividades apostólicas.

- Realçar a importância das Escrituras e a vida de um franciscano secular, especialmente os evangelhos.

- Estabelece o conhecimento dos aspirantes enquanto os ensinos católicos e tradicionais.

- Fomenta o conhecimento e o uso do catecismo da Igreja católica e os documentos do vaticano II.

- Segundo vai avançando aumenta os conhecimentos e compromissos de vida de São Francisco e Santa Clara do aspirante.

- Explica em termos simples, porém rigoroso o que queremos dizer com a espiritualidade secular e laica.

- Introduzir o aspirante na litur

- Introduzir a Regra, Constituições Gerais. Estatutos Internacionais, Ritual e Estatuto Nacional.

- Explica brevemente o que é a família franciscana e sua história.

- Explica a estrutura organizativa da Ordem Franciscana Secular.

- Anima a assistência a um retiro espiritual enfocando sobre a vocação e discernimento da forma de vida franciscana secular.

2.2. PERIODO DE FORMAÇÃO (também chamado de candidatura) inicial).

2.2.a- OBJETIVOS PRINCIPAIS (primordiais)
- Ajudar os candidatos no seu crescimento espiritual dentro da forma de vida franciscana secular.

- Aprofundar o entendimento do candidato do significado da escolha que está fazendo. (eleição que esta contemplando).

- Proporcionar mais recursos (exhaustivos) franciscanos e eclesiais.

- Preparar os candidatos para o compromisso perpétuo como franciscano secular.

2.2.b- CONTEÚDO DE MATERIAL DURANTE O PERÍODO DE FORMAÇÃO.
Continuar reforçando todo o material temático aplicado durante o tempo de iniciação, de tal forma que eles adquiram uma boa base sobre a espiritualidade franciscana secular e vida evangélica do franciscano secular.

- O importante durante o período de formação é o estudo intensivo da regra da Ordem franciscana secular, tomando nota de que os sinais da Regra tenham raízes na vida dos candidatos.

- Estudo do prólogo (escrito por São Francisco), o qual descreve as bênçãos dos que fazem penitência, e os sofrimentos dos que não fazem penitência.

- Continuar dando ênfase nos evangelhos e suas aplicações na vida diária.

- Buscar participação na vida apostólica, temas, questões de justiça e paz, de proteção do meio ambiente, fortalecimento da unidade familiar, do respeito e consideração pelos trabalhadores.

- Buscar participação na vida da Igreja e nos ministérios jovens.

- Sugerir ler os escritos originais de São Francisco e santa Clara.

- Introduzir outros santos Franciscanos especialmente os santos da Ordem Franciscana Secular.

- Começar um estudo detalhado das CCGG, Estatutos Internacionais, e os própios estatutos Nacionais.

- Fomentar (promover) O desejo de crescer durante toda a vida na espiritualidade Franciscana.

- Animar e assistir a retiros e dia de oração enfocando o compromisso e forma de vida de penitencia.

- Preparar os candidatos para o Rito da Profissão, mediante oração profunda e meditação sobre a solenidade do compromisso público e perpétuo.

2.3-PERÍODO DE COMPROMISSO TEMPORAL
Regra 23. A Profissão incorpora o candidato dentro da Ordem e é por sua natureza um compromisso perpétuo. A profissão perpétua, por razões pedagógicas específicas e objetivas pode ser preendida por uma profissão temporal renovável anualmente. O tempo total da profissão temporal não pode ser superior a três anos. (artigo 42.2 dos CCGG).

2.3.a- OBJETIVOS PRINCIPAIS (PRIMORDIAIS)
- Dar ao candidato tempo para conseguir a idade inevitavelmente necessária para a profissão da Regra.

- Encontrar um caminho satisfatório em caso de indecisão por parte do candidato com referência ao compromisso permanente.

- Encontrar um caminho satisfatório em caso de duvida por parte da fraternidade sobre o candidato para o compromisso permanente.

2.3.b- CONTEÚDO DO MATERIAL DURANTE O COMPROMISSO TEMPORAL
- Continuar reforçando todo o material temático durante o tempo de formação.

- Continuar estudando e reflexionando sobre as sagradas escrituras.

- Continuar estudando e reflexionando sobre os documentos eclesiásticos.

- Continuar estudando e reflexionando sobre a história franciscana e sua espiritualidade.

- Continuar estudando e reflexionando sobre o papel dos leigos.

2.4- RITO DE PROFISSÃO E COMPROMISSO PERMANENTE DA REGRA.

2.4.a- ANTES DO RITO DE COMPROMISSO PERMANENTE A PROFISSÃO, OS CANDIDATOS DEVE HAVER ENTENDIDO (COMPREENDIDO) CLARAMENTE O SEGUINTE.

- A vocação e como foram chamados.

- O ensino decisivo dos evangelhos e como vivê-los (primazia de Cristo).

- A vida evangélica franciscana.

- Os ensinamentos da Igreja e sua adesão a ela.

- A vida secular e missão na Igreja como franciscano secular.
Frei Felipe Cangelosi, OFM cap; “abarcar profundo o compromisso permanente.”
Meu único comentário é para fazer insistência que em lugar da Profissão da Regra, o candidato faça constar publicamente suas intenções de viver como um franciscano secular, e para o mundo como sal e fermento evangélico na terra para o resto de sua vida.

2.5. REÇEM PROFESSO.
Na edição do ano de 1992 as diretrizes para formação inicial descrevem o período de recém professo como um em que a atividade de formação a forma de uma viagem de fé e os passos de Francisco no espírito da Regra.

2.5.a. OBJETIVOS PRINCIPAIS
- Promover um suporte durante o período de transição entre a formação inicial formal e a completa inserção dentro da fraternidade local.

2.5.b. ANALOGIA DO CAMINHO
- O modelo de Jesus.

- Um estudo detalhado da Cristologia Franciscana.

- O caminho de fé.

- Enfatizar a natureza radical do Batismo, inserção dentro do Corpo de Cristo.

- Enfatizar o poder do Espírito santo para guiar o novo professo dentro dos desejos de Deus.

- Ênfase sobre São Francisco.

- Como filho de São Francisco:

- Eles também de vem repetir Jesus em sua vida.

- Eles também viver sua vida de fé esperança e amor.

- Eles também confiar no espírito santo para sua orientação.

2.5.c. Conteúdo do Material do novo professo

- Todo material indicado no ponto 2.3.b. para um compromisso temporal.

- Saber que dialogar e compartilhar são, conforme cabe, mais importante neste momento, por que estão mais maduros, em sua fé e estão vivendo o carisma franciscano.

- Apoiar-se primordialmente nas Sagradas escrituras para meditar especialmente os Santos Evangelhos.

- Continuar estudando, vivendo e amando a Regra.

- Prover exemplos apropriados da vida de São Francisco e outros Santos franciscanos durante o tempo de reflexão.

- Se for possível, apresentar aos recém-professos, novos professos de outras fraternidades.

- Fazer uso de todos os recursos mencionados esta semana, em diversos graus para o novo professo.

- Entender que o mais importante numa relação pessoal positiva com o formando que o material; o recém-professo nunca deve se sentir perdido no processo de transição.

2.6. FORMAÇÃO EM CURSO (PERMANENTE)
2.6.a- Objetivos principais (primordiais)

- Iniciadas as etapas precedentes da formação dos irmãos e irmãs se realiza de modo permanente e contínuo. Deveria ser estendida como uma ajuda à conversão de todos e cada um e ao cumprimento da própria missão na Igreja e na sociedade. (CCGG, artigo 44,1).

- A formação permanente é desenvolvida para suportar e fortalecer o compromisso formulado na profissão para viver de acordo a Regra pelo resto da vida. A formação permanente se manifesta mediante uma conversão contínua.

2.6.b-CONTEÚDO DO MATERIAL PARA FORMAÇÃO PERMANENTE.
- O material para formação permanente é ilimitado.

- Guardar o Evangelho não é simplesmente conhecê-lo, mais uma atitude e um compromisso.

- Em essência, a formação permanente é uma conversão permanente e o objetivo é ir crescendo na imagem e na semelhança de Deus.
Temos ilimitados recursos para aplicação da formação permanente.

- A formação permanente da reunião fraterna normal programada. (reunião mensal)

- Retiros, dias de oração, seminários. Etc.

- Documentos da Igreja, encíclicas papais, cartas apostólicas.

- Livros, vídeos que nos levem a um conhecimento pessoal mais profundo de Cristo, de São Francisco, da espiritualidade Franciscana e qualquer outro aspecto de nossa forma de vida.

- A Regra como documento para meditar e integrar dentro de nossa própria vida.

- Apresentação (introdução) da teologia e teólogos franciscanos tal como São Boaventura e o Duns Scotus. Etc.

III- DISCERNIMENTO DA VOCAÇÃO
Meta:
- Determinação da vocação dada por Deus e requisitos básicos necessários para a formação permanente.
Objetivos:
Esta sessão te ajudará

- Aprender o processo implicado em discernir uma vocação.

- A ensinar aos possíveis membros como analisar o chamado vocacional.

- A reconhecer os obstáculos das vocações.

- Aprender os sinais positivos de uma vocação.

- A reconhecer a ausência de sinais de uma vocação.

DISCERNIMENTO DE UMA VOCAÇÃO FRANCIASCANA SECULAR
Discernir uma vocação da Ordem franciscana secular é uma estrada de duas vias (direções).

- Tanto a fraternidade como o indivíduo determina a presença ou ausência de uma vocação. O melhor é determinar uma vocação, o quanto antes, deveremos esperar a manifestação (mostrar o caminho) do Espírito Santo.

- A determinação (o discernimento não é fácil e o caminho não é reto). Todos os implicados devem ter fé de que quando uma determinação é de fato, se leva até o fim, é o Espírito Santo de Deus a que seguimos.

- As CCGG nos proporcionam os requisitos básicos necessários para ser um franciscano secular.

- Falará dos sinais menos óbvios.

- O discernimento é um processo. É uma clara e consciente decisão de ouvir e responder ao chamado de Deus. Pra ouvir a Deus devemos orar. A oração é essencial é nossa principal ferramenta de discernimento.

- Em lugar de dizer muitas palavras para revisar (examinar trata de explicar o conceito, e discernir em simples e concretos termos.

- Discernir (determinar) uma vocação a Ordem Franciscana, tanto é possível os membros como o conselho da fraternidade devem:

- Orar, esta é nossa ferramenta principal (primordial).

- Prepara-te a ouvir a voz ligeira e suave do Espírito e o forte e impetuoso vento do Espírito

- Esvaziar vosso coração e mente de idéias pré-concebidas e parciais.

- Determina a fonte e origem do chamado.

- Surpreenderá-te saber que uma pessoa pode estar evitando o chamado (chamamento)

- Discernimento e cooperação (colaboração) com a graça.


- Ouvimos muitos vocês, aquelas de cultura, profissão, posição social, de nossos próprios interesses, etc.

- O objetivo principal é distinguir entre a voz de deus e as outras.

- Tudo se deve colocar nas mãos de Deus, para determinar e levar a cabo seu desejo. Você não pode dar um conjunto perfeito de regras, aqui há alguns elementos essenciais a buscar em um eventual membro:

- Evidência de crescimento na espiritualidade Franciscana e a habilidade de tomar decisões em harmonia com os evangelhos.

- Evidência de maturidade espiritual e a habilidade de mover-se, mas há a necessidade de certeza (segurança), no entendimento completamente, porém perguntando-se. Senhor qual é o meu próximo passo?

- Evidência de conversão, quando o coração se volta a Deus, os valores mudam e nós mudamos.

- Sempre existe a possibilidade de equivocar-se, sem, contudo, nós aceitamos o risco porque sabemos, Deus honra as intenções de nossos corações. Se persistirmos na oração Deus bendiz nossas ações e corrige nossos erros.

- Dado que cada pessoa é única, cada chamado é único. Uma pessoa pode experimentar a inquietude como coisas da vida. Outras podem achar de menos algo que lhes falta em suas vidas.

- Ouvindo a voz de deus se encontra a verdadeira identidade de cada um. O chamado do Espírito não pode ser analisado. Uma vocação verdadeira é um simples chamado a seguir os desejos de Deus para toda a vida. Jesus como modelo é exemplo disto. “Se me amas, guardarás meus mandamentos” (João. 14,15).

- Uma vez mais, sendo específico, há várias atitudes que nos ajudam a discernir a invenção de Deus, a vocação franciscana secular.

AS ATITUDES PRIMCIPAIS SÃO:

1- Confiança: O livro dos provérbios nos diz que confiemos no Senhor com todo nosso coração e apoiemo-nos nos outros para entender porque Deus dirigirá nossos caminhos.

2- Para confiar devemos crer que:
- Deus está presente.

- Deus nos fala.

- Deus é amor e misericórdia.

- Deus ordena todas as coisas para o bem dos que amam. (Romanos 8,24)

3- Ação de escutar: Deus nos fala através de cada coisa: Dor, pobreza, emoções e sensações. Devemos escutar com o coração aberto e mente aberta, especialmente à aquilo que desejamos ouvir.
A ação de escutar Requer silêncio. Aliás, a voz de Deus é um ligeiro sussurro de vento, não é um forte vento. (1 Reis 19, 11-13).

3- Oração e espera: Samuel respondeu; “Fala, Senhor, que teu servo escuta” (1 Samuel 3,10). Samuel espera por uma resposta. A oração de discernimento ajuda escutar com total atenção a deus. O desejo de Deus se encontra em cada coisa, e nós cremos nisto, toda a nossa vida se volta à oração.

4- Conhecimento da Sagrada Escritura: A Escritura contém muitas relações entre Deus e o seu povo. Quanto mais familiar estas relações, a palavra de deus nos falará mais e nos conduzirá à direção correta.

5- Humildade: A humildade está baseada no conhecimento de se mesmo. Uma pessoa humilde não é nem demasiado confiado em se mesmo nem demasiado modesta. A humildade é uma das pedras fundamentais do discernimento, porque um coração humilde aceita os conhecimentos limitados do ser humano e está desejoso de depender de Deus e da ajuda dos outros.

6- Disciplina, Perseverança, Paciência e perspectiva:
Estes quatro atributos são essenciais na ação de discernir uma vocação.
- O impulso está controlado pela disciplina.

- A incerteza esta está dominada pela perseverança.

- A paciência regula a irritação.

- A perspectiva nos resguarda que é o chamado de Deus e a que estamos respondendo.
Temos visto as condições positivas para o discernimento. Agora vamos ver os impedimentos e barreiras para discernir uma vocação.
Se não revisarmos estes pontos pode ter uma fraternidade que não funciona bem, e naturalmente funciona mal. Portanto é importante tratar estes fatores bem, como se observa o bem da fraternidade. Tomemos um momento e medita o artigo 22 da Regra.
A fraternidade local necessita ser... “A primeira célula de toda a Ordem e um sinal visível da Igreja, que é uma comunidade de amor. A fraternidade deverá ser o lugar privilegiado Para desenrolar o sentido eclesiástico e a vocação franciscana, e além, para animar a vida apostólica de seus membros”.
Individualismo e competência não têm lugar numa comunidade de amor.
Estes os maiores obstáculos para a vida de uma fraternidade santa:

- Individualismo e competência.

- Fraternidade fechada. (ensimesmada)

- Próprio interesse.

- Ambição.

- Farisaísmo (pretensão de superioridade moral),

- Necessidade de controle.

- Dificuldade nas relações interpessoais.
Desafortunadamente a lista é interminável.
Se tiveres dúvida sobre a habilidade de discernir, recorda a Moisés, Jeremias e Isaias todos acreditavam que eram inadequados para levar os planos de Deus.
Afortunadamente Deus os convence do contrário.
Quando discernimos uma vocação, aceitamos o nosso próprio entender, pedindo que deus corrija qualquer mal entendido.
Terminando com alguns sinais positivos e negativos, a presença e ausência de uma vocação à Ordem Franciscana Secular.
Sinais positivos:

- E conhecedor das necessidades dos outros.

- Mostra motivos plausíveis para querer entrar na Ordem

- Mostra atributos de paz e serenidade apesar de possíveis problemas e confusões em sua vida.

- Irradia alegria desde o mais profundo

- Está aberto e é autêntico em sua relação dentro da fraternidade.

- Manifesta (demonstra) perseverança, (tenacidade) e paciência apesar dos obstáculos e impedimentos.

- É aceito pela fraternidade e crer que a fraternidade é onde pertence.

- Está cheio de gratuidade e ama o que não desaparece ( se desvanece) com o tempo.

- Conduz até o fim a experiência de conversão.
Sinais negativos e advertências (precaução)

- Está abatido e exausto.

- Experimenta agitação interna, alvoroço. Tristeza, depressão.

- Tem compromisso prévio urgentes, que requer cuidados sérios, especialmente filhos, cônjuge etc.

- Está experimentando ansiedade, obcecado e não está em contato com a presença de Deus.

- Mostram atitudes de absoluta certeza, arrogância, superioridade, vaidade, ansiedade, preocupação, irritabilidade, ressentimentos, (rancor) condena (repulsa) à condescendência.
Em conclusão; o discernimento por parte de ambos, a possível membro e de um conselho, é a arte de escutar o interior de se mesmo; em completa e absoluta humildade, e abandono em Deus, e sendo conhecedor do movimento do Espírito Santo em todas as circunstâncias.

IV-MATODOLOGIA E FERRAMENTAS PARA POR EM PRÁTICA

Meta: Assimilação do conhecimento e habilidade necessária para ser capaz de por em prática o que se aprendeu e experimentou em Roma e no seu país nativo.

Objetivos:
Esta sessão te ajudará a:
- Entender porque devemos aceitar a pessoa que está se formando.

- Valorizar os atributos positivos de cada pessoa e ser capaz de dar nomes e atributos positivos.

- Entender porque é necessário envolver eles que estão se formando no processo de formação.

- Ser capaz de transmitir as idéias e informações a um grupo de pessoas com diferentes níveis de conhecimento.

- Ser capaz de identificar (reconhecer) características de formação de adultos.

- Aprender os sinais positivos de uma vocação.

- Reconhecer a ausência de sinais de uma vocação.

Metodologia: Pertencemos à mesma ordem, procedemos de diferentes culturas. Tu podes ter dificuldades para entender o material  que se está apresentando, porque as palavras que eu uso provém de muitas culturas e pode ser que não se use da mesma forma na tua.
Tens outro desafio. Tua responsabilidade é colher de regresso a tua fraternidade em teu país o que foi aprendido e experimentado aqui em Roma. Este é totalmente um desafio.
Usando o esquema das diretrizes Internacionais de 2001, fala da metodologia em quatro partes:

1- Aceitação da pessoa que está se formando.

2- Confiar nos atributos positivos de cada pessoa

3- Comprometer os possíveis membros no processo de formação.

4- Transmitir idéias e informação a um grupo com diferentes níveis de conhecimento.


1- Aceitação das pessoas que estão se formando.

- A Sagrada escritura nos diz que quando Deus chama uma pessoa, a chama por seu nome.

- Este particular ato de chamar por nosso nome nos faz único. Respeita o indivíduo como criatura de Deus, é uma consideração fundamental para o formador. A dignidade da pessoa humana nunca deve ser violada.

- A formação une a experiência humana com a sagrada escritura e o carisma franciscano permitindo ao candidato explorar, interpretar, e julgar sua mais íntima experiência de conversão de acordo com os evangelhos e o carisma franciscano.

- Se a formação tem lugar em um grupo, pode ter gente que se aproxime ao processo de formação de diferentes formas.

- Alguns escutam mesmo que obtenham o significado do material e então fazem uma troca espontânea sobre se mesmo. Aprendem rapidamente e trabalham bem sobre se mesmo.

- Alguns preferem apresentação concreta. Preferem indicação passo a passo e participação pessoal nas atividades.

- Alguns pesam em símbolos. Eles criam mentalmente suas próprias imagens e gostam de apresentações bem organizadas com substância (essência).

- Alguns gostam de debates e sessões sem estruturação. Eles gostam de reflexionar sobre o material, e extrair conclusões.

- Se tiver um grupo de formação de personalidade diversa, é melhor ter uma equipe de formação composto de pessoas que corresponda com a personalidade de cada um complementando assim que todas as necessidades possam ser respondidas.

- Tudo o que pedimos é que aceite a pessoa tal qual é, nesse momento recordando que ela reflita a imagem de seu criador.

2- Confiar nos atributos positivos de cada pessoa.
A formação é centro pessoal. A quem a formação tem lugar em um grupo, a individualidade de cada pessoa não se pode ignorar. Nós pressupomos que aqueles que vêm a nós, são responsáveis, de alguma maneira entendidos, maduros, honestos, e dignos de confiança. Esperamos que eles tivessem certa quantidade de conhecimento próprio e aceitação própria. Nós honramos e respeitamos cada pessoa a quem deus tem dado a liberdade de expressão.

- Cada um tem algo a oferecer ao outro, a fraternidade local, a Igreja, e ao mundo. Os formadores ajudem os candidatos a reconhecer suas habilidades assim que elas possam ser usadas para o bem comum. Alguns exemplos de boa vontade, boa disposição para servir aos outros são:

- Cuidar e atender aos enfermos.

- Trabalhar com grupos de jovens.

- Programar serviços de oração.

- Estender em hospitalidade.

- Participação na vida de apostolado, por exemplo; ação social.

3- Explicar aos possíveis membros o processo de formação.
- Diz-se que o diálogo é mais importante que a conferência e que  partilhar é mais importante que debater.

- O diálogo se refere tanto a escuta como a fala. Escutar sem dar uma contestação pode ser difícil para alguns formadores por duas razões: primeiro, o formador provavelmente conhece a resposta e segundo, a pessoa quer que o formador dê a resposta.

- Nosso papel não é somente introduzir informação dentro das cabeças das pessoas. Muitas vezes o formador pode redigir uma pergunta, fazendo de sua vez uma pergunta similar e ajuda a pessoa pensar em se mesma.

- Se nós contestamos uma pergunta que uma pessoa poderia perguntar, teria sido capaz de contestar a se mesma, ministramos nosso conhecimento e destreza, e evitamos uma oportunidade de que confie em se mesma, e não lhe ajudamos a que aprenda algo sobre suas razões para fazer a pergunta.

- Compartilhar é diferente de debater, e este compartilhar envolve a experiência particular de cada um, e debatendo pode simplesmente captar a mente sem revelar nada da natureza pessoal. Eu poderia debater um assunto contigo, e tu nunca poderia saber nada a cerca de mim, ou seja, e dele que eu realmente creio.

- O Espírito é que dirige uma pessoa a Ordem Franciscana Secular. O Espírito conduz através daquelas experiências pessoais da vida. Duran

QUEM PODE MELHORAR O MÉTODO DO ESPIRITO SANTO?
- São Francisco teve que crescer em entendimento, compreensão, e assim também nós. Quando Jesus fala a Francisco desde o Crucificado de São Damião, Francisco entende mal a sua mensagem. Ele ouviu as palavras “Vai e reconstrói a minha casa a qual como vês esta caindo em ruínas” e o interpretou literalmente. E começou a tarefa de reconstruir a Igreja de ladrilho a ladrilho, porém sem, contudo entender sua verdadeira missão.

- Pessoas que perguntam o candidato também crescem em sabedoria e entendimento sobre sua vocação ao mesmo tempo em que progridem durante as diferentes etapas de formação?

- E no processo da formação encontramos carinho fraternal, aceitação assim como informação. As reuniões de formação são uma experiência de fraternidade. Hoje nós estamos experimentando o carinho e aceitação da fraternidade.

4-Transmissão de idéias e informação a um grupo com diferentes níveis de conhecimento.
- Ninguém repete (reemplaza) a alegria, a satisfação de falar as próprias respostas e as perguntas. Um formador de talento prover orientação geral e então permite aos que estão se formando a felicidade de perspicácia e conhecimento pessoal.

- Se usarmos diferentes recursos em lugar de um simples texto, teremos uma melhor oportunidade de alcançar as necessidades das diversas pessoas. Recordo sempre, que o formador não é exclusivamente o responsável da formação do indivíduo.

- Temos escutado muitas vezes que o principal agente da formação é o Espírito Santo, e candidato suporta a primeira responsabilidade para sua formação. Sem, no entanto, quando assumimos o ministério da formação, podemos deixar que esta união básica do espírito santo e pessoa são sagradas. É o pilar sobre o qual o processo de formação se apóia. O restante de nós somente colaborou com o Espírito Santo no processo de formação.

- É melhor pensar de um formador como um ajudante em lugar de como um professor. Ajudante com destreza ajuda a outros a aprender a seu próprio ritmo, e isso gera confiança em se mesmo. O aprendiz se vê menos dependente do formador, mais seguro em se mesmo e mais outo-suficiente.

- Os formadores que se vêem a si mesmo como professores muitas vezes dão demasiado rápido suas opiniões e perguntas. Isto debilita a confiança em si mesmo e nos candidatos a habilidade de pensar por eles mesmos. Muitas vezes é melhor contestar a uma pergunta com outra pergunta, especialmente quando se trato de um assunto de opinião. Reformula a pergunta e pede a pessoa para buscar sua própria resposta. A pessoa responderá desde seu nível de entendimento.

- Os adultos estão maduros de sua experiência.

- Os adultos usam suas experiências para avaliar a vida e tomar decisões para futuros compromissos.

- Os adultos estão envolvidos em uma longa vida buscando sua própria identidade em Deus e na Ordem Franciscana Secular.

- Os adultos esperam estar cômodos no ambiente da formação.

- Os adultos querem metas claras.

- Os adultos respondem a uma relação positiva e respeitosa que realce o processo de formação.

- Os adultos esperam que suas forças e fraquezas individuais sejam tidas em consideração.

- Os adultos têm diferente estilo de aprendizagem e consideração.

- Uma forma de encontrar as necessidades de um grupo com diferentes níveis de conhecimento e usar variados recursos, tais como conferencias inventadas, fitas de áudio e vídeo, fotografias, artigos sobre o tema tratado, e atividades que permitam aos indivíduos pôr em pratica o que eles estão aprendendo e experimentando. Isto permite o individuo crescer no seu próprio ritmo.

- Em conclusão, se os formadores pensam e falam para os possíveis candidatos e não os permite estar diretamente e ativamente envolvidos no processo, teremos franciscanos seculares imaturos e fraternidades débeis. Quando eles podem assumir lideranças, têm dificuldades para exercitar sua autoridade.

- O pensamento sobre o que deve haver insistência aqui é que devemos prover informação fundamental. Sem, contudo, quando uma ação pessoal de uma decisão deve ser tomada com referencia a um tema de formação, é melhor para o formador das um passo atrás e permitir que agente pense acerca dele e ore sobre ele, fazendo uso de toda a experiência de sua vida em processo.

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